lundi 11 avril 2011
Littérature
Édith Piaf

Édith Piaf née Édith Giovanna Gassion (le 19 décembre 1915 à Paris - morte le 10 octobre 1963 à Grasse) est une chanteuse française de music-hall et de variétés, considérée comme l'archétype de la chanteuse française, et sans doute la plus connue dans l'histoire – en France comme à l'étranger. Surnommée à ses débuts « la Môme Piaf », on lui doit de très nombreux succès du répertoire francophone comme La Vie en rose, Non, je ne regrette rien, Hymne à l'amour, Mon légionnaire, La Foule ou Milord. Artiste possédée par son métier et chanteuse à la voix tragique, elle a inspiré de nombreux compositeurs, fut le mentor de nombreux jeunes artistes et a connu une renommée internationale, malgré une fin de carrière rendue difficile par de graves problèmes de santé. Édith Piaf fut aussi comédienne au théâtre et au cinéma.
Non, je ne regrette rien (avec les paroles): (YOU TUBE)
http://www.youtube.com/watch?v=BoiEGfd-328
The very best of Édith Piaf (CD sur 4shared.com):
http://www.4shared.com/file/rT-JoSmd/Edith_Piaf__-_The_Very_Best_of.htm

vendredi 8 avril 2011
Tout en France
Présentation
mercredi 6 avril 2011
passado
por onde escorre o presente
se a gente buscá-lo.
(o passado tenta, insiste, contínuo, existe em tentando tragar-nos de nós mesmos, tudo quanto tragamos e não colocamos para fora.. o passado insiste, tenta e continua tentando, como uma ferida que coçamos a casca e que, aberta, sangra contínua e continua, intermitentemente, e insiste e tenta tragar-nos o presente na promessa de um futuro que se teça diferente (mente), mas que (quem sabe?) tão bom quanto as promessas do passado... e a promessa, ainda que jamais cumprida, é dejà alguma coisa - qualquer coisa comprida e deliciosa - que sentimos no presente da promessa e não tanto no futuro que se cumpre e nada disso se compara com o passado que intenta, insiste e continua existindo para além de todos os tragos e de todos os mesmos e de todos os nós e de todos nós mesmos... este passado, este ralo que suga, este ópio que lega, este espelho que apaga todas as rugas e que desfaz todas as pregas... este Letes que esquece todas as rusgas - arcanjo a revelar do Éden as nesgas... passado, ó passado! pudera eu de ti ter me livrado e já não seria hoje aquele que jamais fui ontem... ainda que no amanhã!)